Como é Difícil e Como Pode Ser Bom Ter uma Família

Olá pessoal! Essa que está na foto ao lado é a Graci e o marido dela. Conheci a Graci através da Promoção – Unhas dos Namorados. Por falar nisso, agradeço a todos que participaram, foi uma experiência bem legal. Agradeço também a minha amiga Aline Gonçalves, do Blog Livros Y Viagens que me ajudou muito.

Tive alguns probleminhas para entregar o presentinho da Graci (ela sabe disso!!), mas finalmente consegui enviar. Não sabia que ela era apaixonada por caixinhas, mas fiquei muito feliz em saber disso. Estávamos em contato por e-mail e pedi para ela contar um pouco sobre como é ser mãe, esposa e cuidar da sua profissão e dos seus sonhos. Ela, gentil como sempre, escreveu um pouquinho sobre sua vida para mostrar que tudo é possível quando se é persistente. Veja:

A pedido da super querida Stephanie aqui do Blog, resolvi escrever um pouco sobre como é ser eu… kkkk, ou melhor, sobre como é difícil ser mãe, esposa, companheira, irmã mais velha, amiga e ainda correr atrás dos sonhos da gente. É dificil, mas ao mesmo tempo é muito bom.
Eu sei, eu sei, é um baita paradoxo, mas essa palavra, assim como algumas outras (pequena grande lista), já faz parte de mim, então… 

Sobre Graci Rocha

Bom, vou parar de divagar e fazer as devidas apresentações.
Eu sou a Graci Rocha, do Blog de mesmo nome, sou beta reader (leitora crítica de livros que ajuda escritores iniciantes a estruturar suas obras) com formação em história e especialização em metodologia de ensino da mesma, atualmente universitária de Letras – Língua Portuguesa e Literaturas pela Universidade Federal de Santa Catarina.
Sou esposa de um professor de química lindo, que é, acima de tudo um baita companheiro, charmoso, parceiro para todos os momentos (por quem eu me desmancho, deu pra ver né), sou mãe de um pequeno grupinho de 4 polaquinhos, ops, isso mesmo, 4. Um rapazinho, que só me enche de orgulho, super inteligente que já lê super bem, aos seis aninhos e um trio de 2 aninhos e 5 meses (uma mocinha e dois garotinhos) que adora aventuras no balanço e com a bicicleta. Sou também a irmã mais velha de um rapaz que, apesar de algumas dificuldades, me orgulha muito, por continuar sempre lutando pela vida.
Em resumo é isso, vamos agora para a loucura? 

A Correria Diária

Bom, além de uma vida super corrida com a família, os livros que eu não consigo evitar de acumular, a faculdade, o trabalho como beta, o Blog, eu sou escritora.
Depois de ser selecionada e premiada em alguns concursos culturais de contos, resolvi que tinha chegado ao momento de colocar em prática o que eu vinha aprendendo ao longo dos anos, sobre estrutura de livros, sobre organização de tramas, personagens, etc…
Com o apoio do meu maridão, comprei mais alguns materiais, para relembrar técnicas, e coloquei a mão na massa.
Mas acontece que eu sofro de hiperatividade de ideias…kkkk. Nem sabia que isso existia, é um tal de excesso de ideias que não consigo me concentrar em uma coisa só por muito tempo. Foi aí que, com o incentivo de duas queridas amigas e escritoras, Joice Lourenço e Gleize Costa, eu defini o que escrever primeiro. A medida que elas iam lendo meu primeiro filho literário e (sendo minhas betas) me estimulando, fui conseguindo focar numa única trama, aprofundando-a, envolvendo-a e moldando os personagens.

Uma Conquista: Livro Solitud

Assim surgiu Solitud, um amor de cinema que ficou guardadinho por alguns meses, sendo polido pelas meninas que me ajudaram a enriquecê-lo, com suas artes de capa, correções ortográficas, diagramações… E ele está lindo.
Para melhorar ainda mais a coisa, recebi algumas propostas de editoras, mas depois de muito pensar e pesar prós e contras, optamos aqui em casa por iniciar com uma editora que também está começando e tem tudo para estourar no mercado. Com seu atendimento personalizado.
Em breve então Solitud, um amor de cinema estará por aí, trazendo o americano charmoso Alex Clark, a brasileira briguenta Cristina Levi e muitos personagens de tirar o fôlego.

Se é fácil?

Não. Tem dias que eu deito na cama e me sinto atropelada por um caminhão. Sinto falta de passar mais tempo com o meu marido delícia, com meus pimpolhos sapecas, de perder tempo sem fazer nada, mas se eu não sou feliz? Muito pelo contrário, não poderia ser mais feliz.
A quem eu agradeço? A todos aqueles que diariamente eu digo: Te amo. (E eles sabem exatamente quem eles são).
Stephanie, obrigada pela oportunidade, acho que nem para mim mesma eu nunca tinha falado tanto sobre mim, nem me analisado tanto…kkkk. Adorei os brindes que ganhei do dia dos namorados, amei a caixinha. Não te contei, mas tenho um fraco por caixinhas de madeira, tenho uma porção aqui pintadas por mim (mal pintadas, mas tá valendo), então quando vimos a caixinha foi algo assim: Eu: Obaaaaa, adorei. Meu marido: Mais uma, aff. Kkkkk 

One thought on “Como é Difícil e Como Pode Ser Bom Ter uma Família

  • 1 de setembro de 2014 em 11:10
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    Adorei o convite para escrever, obrigada mais uma vez pelos brindes maravilhosos… Tive de esconder os adesivos, pq a minha filha queria usar todos e o creme está sendo dividido por nós duas… (E ela só tem 2 anos, imagina maior)…
    Bom, bj

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